O QUE SE PASSA NA MINHA CABEÇA
Escrevendo para os doentes, não para os curados.

Muitas pessoas, em geral cristãos como eu, me perguntam constantemente como eu administro o fato de ser uma autora que escreve livros baseados nos conceitos de Deus, porém que tem uma excelente aceitação no mercado que chamamos de secular.

“A igreja não te cobra que você escreva estritamente para os cristãos?” eles perguntam.

Toda vez que ouço essa pergunta, a primeira coisa que vem em minha mente é o que essas mesmas pessoas perguntariam à Jesus se O vissem caminhando em meio a baderneiros, impostores e prostitutas.

“Você não deveria estar no culto ao invés de perambular no meio dessa gente pecadora?” é o que eu acho que Lhe perguntariam.

Se Jesus estivesse fazendo isso somente para se divertir, ou participar das atitudes daquelas pessoas, eu mesma O condenaria. Entretanto, havia UM PROPÓSITO naquilo que Ele estava fazendo. Pois bem, eu e meu Senhor temos algo em comum: QUEREMOS ALCANÇAR E MELHORAR AS VIDAS DAS PESSOAS. Através do amor e do relacionamento, e não da exclusão. 

Vivemos hoje em uma sociedade claramente doente, carente de valores, relacionamentos saudáveis e principalmente fé. Para mudarmos esse cenário, nós, os cristãos, que somos o corpo de Cristo (com suas habilidades e talentos diferentes, mas todos com o mesmo propósito de alcançar a alma das pessoas) temos que nos despir de pré conceitos na hora de trazer a luz a este mundo. E para isso, por que não usar o entretenimento também? A leitura é um prazer cultuado por séculos, e milhões e milhões de pessoas passam momentos do dia lendo alguma coisa, navegando na internet ou parasitando em frente Televisão. Por que? Por que todos precisam de um momento para desligar a cabeça dos problemas do dia a dia. 

É nesse momento que eu entro.

Ao invés de passar horas comendo pipoca e assitindo as “belas mensagens”que são transmitidas pela tevê, o leitor que optar por passar o tempo se distraindo lendo um de meu livros estará, sem perceber, sendo ministrado por uma mensagem do Espírito Santo e edificando a sua vida de uma forma prazerosa.

Quantas vezes já recebi emails de leitores que disseram terem sido fortemente impactados pela mensagem de um de meus livros? Quantos emails de pessoas que nem são cristãs e disseram que, depois de ler o meu livro, tiraram a poeira da bíblia? Nossa, sinceramente? Perdi a conta. Isso é por que tenho algo especial? Exatamente, caro colega! Como serva de Deus, tudo que eu faço exala o perfume de Jesus! Toda honra deve ser dada à Ele. É ele quem me dá o talento e capacidade para desenvolver essas obras. Como disse Paulo em sua carta aos Coríntios:

Um rega (eu) , outro planta ( a editora), mas é Deus quem dá o crescimento.

Demorei a assimilar que esse era meu ministério, uma vez que é algo muito específico e diferente. No entanto, resolvi agarrar-me aquele lindo versículo de Eclesiastes 9:10 crendo firmemente que, se esse fosse mesmo o ministério de Deus para mim, os frutos com certeza apareceriam:

Tudo quanto te vier à mão para fazer, faze-o conforme as tuas forças, porque na sepultura, para onde tu vais, não há obra nem projeto, nem conhecimento, nem sabedoria alguma.

Até o dia da minha morte, Senhor, eu prometo que farei.

Escrevendo para os doentes, não para os curados.

Muitas pessoas, em geral cristãos como eu, me perguntam constantemente como eu administro o fato de ser uma autora que escreve livros baseados nos conceitos de Deus, porém que tem uma excelente aceitação no mercado que chamamos de secular.

“A igreja não te cobra que você escreva estritamente para os cristãos?” eles perguntam.

Toda vez que ouço essa pergunta, a primeira coisa que vem em minha mente é o que essas mesmas pessoas perguntariam à Jesus se O vissem caminhando em meio a baderneiros, impostores e prostitutas.

“Você não deveria estar no culto ao invés de perambular no meio dessa gente pecadora?” é o que eu acho que Lhe perguntariam.

Se Jesus estivesse fazendo isso somente para se divertir, ou participar das atitudes daquelas pessoas, eu mesma O condenaria. Entretanto, havia UM PROPÓSITO  para aquilo que Ele estava fazendo. Pois bem, eu me meu Senhor temos algo em comum: QUEREMOS ALCANÇAR E MELHORAR AS VIDAS DAS PESSOAS. Através do amor e do relacionamento, e não da exclusão. 

Vivemos hoje em uma sociedade claramente doente, carente de valores, relacionamentos saudáveis e principalmente fé. Para mudarmos esse cenário, nós, os cristãos, que somos o corpo de Cristo (com suas habilidades e talentos diferentes, mas todos com o mesmo propósito de alcançar a alma das pessoas) temos que nos despir de pré conceitos na hora de trazer a luz a este mundo. E para isso, por que não usar o entretenimento também? A leitura é um prazer cultuado por séculos, e milhões e milhões de pessoas passam momentos do dia lendo alguma coisa ou vendo Televisão. Por que? Por que precisam de um momento para desligar a cabeça dos problemas do dia a dia. 

É nesse momento que eu entro.

Ao invés de passar horas comendo pipoca e assitindo as “belas mensagens”que são transmitidas pela televisão, o leitor que optar por passar o tempo se distraindo lendo oum de meu livros estará, sem perceber, sendo ministrado por uma mensagem do Espírito Santo e edificando a sua vida de uma forma prazerosa.

Quantas vezes já recebi emails de leitores que disseram terem sido fortemente impactados pela mensagem de um de meus livros… Quantos emails de pessoas que nem são cristãs e disseram que, depois de ler o meu livro, tiraram a poeira da bíblia…. Nossa, sinceramente? Perdi a conta. Isso é por que tenho algo especial? Exatamente, caro colega! Como serva de Deus, tudo que eu faço exala o perfume de Jesus! Toda honra deve ser dada à Ele. É ele quem me dá o talento e capacidade para desenvolver essas obras. Como disse Paulo em sua carta aos Coríntios:

Um rega (eu) , outro planta ( a editora), mas é Deus quem dá o crescimento.

Demorei a assimilar que esse era meu ministério, uma vez que é algo muito específico e diferente. No entanto, resolvi agarrar-me aquele lindo versículo de Eclesiastes 9:10 crendo firmemente que, se esse fosse mesmo o ministério de Deus para mim, os frutos com certeza apareceriam:

Tudo quanto te vier à mão para fazer, faze-o conforme as tuas forças, porque na sepultura, para onde tu vais, não há obra nem projeto, nem conhecimento, nem sabedoria alguma.

Até o dia da minha morte, Senhor, eu prometo que farei.

Meu lugar de descanso…

Eu quero descansar de mim. Da minha falta de gentileza, do meu coração duro e da minha implicância com quem têm outro ritmo. Eu quero me dar um “mute”. Que abaixem o meu volume porque ultimamente eu tenho sido só ruído. Quero férias do meu senso de justiça, das minhas raivinhas, da minha incapacidade de exercer misericórdia, da minha pose de quem sabe o que está fazendo. Eu quero abandonar em algum lugar o meu coração mal-criado e esquecer em alguma mesa o juiz que ainda mora em mim. Me livrem das minhas obras e me resgatem da minha vaidade.

Eu quero ir embora de mim. E quero morar em Jesus. 

Amor romântico X Amor verdadeiro

Qual é a propaganda mais difundida, mais poderosa e mais eficaz do mundo? Coca-Cola? Malboro? facebook? Nada disso. É a do amor romântico. Ela existe há 800anos, mas até o século passado, e apesar de arrebatar corações, não podia se misturar de forma mais errada a uma relação fixa e duradoura como o casamento, pois seus anseios são impossível de se realizar, inatingível e tormentoso, pois nele a pessoa amada é sempre idealizada. 

As histórias de Tristão e Isolda e de Romeu e Julieta (que tudo bem, eu também adoro) ilustram bem como o amor romântico é regido pela impossibilidade. Quanto mais obstáculos a transpor, mais apaixonado o personagem se torna. Entretanto, em um determinado momento, interesses econômicos introduziram esse tipo de amor no casamento, transformando toda a sua história.

Até a Revolução Industrial, no final do século 18, as pessoas moravam mais no campo, junto a vários outros membros da família, o que fazia com que sentissem afetivamente amparadas. Os casamentos aconteciam por razões econômicas e políticas. Por isso é que duravam a vida toda. Não havendo romance nem tanta expectativa no outro, não havia decepções, e ninguém pensava em se separar. 

Mas as fábricas e os escritórios que surgiam foram atraindo os homens para trabalhar nos centros urbanos. Nasceu, então, a família nuclear - mãe, pai, filhos - , agora sozinhos na cidade. Para que o casal suportasse viver assim, longe daqueles com quem tinha laços afetivos, inaugurou-se o amor romântico no casamento que tem sido tão sustentado até hoje, e cada vez gerando mais separações.

Atualmente existe uma campanha, incorporada por todos os meios de comunicação, que procura nos convencer-nos de que só é possível ser feliz vivendo um romance, que traz a ilusão do amor verdadeiro. Tão grande quanto o desejo de vivê-lo. Por isso, poucos suportam ouvir que, apesar de toda a magia prometida, isso não passa de uma ilusão passageira. Sem contar que, em geral, viver constantemente buscando esse tipo de anseio nos traz mais tristeza do que alegria, além de muito sofrimento.

Desde que nascemos nos empurram o amor romântico goela abaixo, como se fosse um pacote econômico do governo. Não se discute, cumpre-se. Uma criança de um ano, por exemplo, já toma sua sopinha com a babá, assistindo à novela das sete e vendo todo tipo de cena melodramática. Na hora de dormir, a mãe conta a história de Branca de Neve ou Cinderela, e assim por diante. Assim, todas expectativas e idéias do amor romântico são passados como uma única forma de amor, e aprendemos a sonhar e a buscar um dia viver tal encantamento.

Entretanto, são várias as mentiras que o amor romântico impõe para manter a fantasia do par amoroso idealizado, em que duas pessoas se completam, nada mais lhes faltando. Entre elas estão afirmações absurdas como:

-O amado é a única fonte de interesse do outro. 

-Qualquer atividade só tem graça se a pessoa amada estiver presente. 

-Todos devem encontrar um dia a pessoa certa.

- Uma vez conseguindo ficar juntos, esse “estado de amor” duraria para sempre.

Como nenhuma delas corresponde à realidade, em pouco tempo de relação vêm a decepção e a frustração. No amor verdadeiro, que é uma decisão tomada todos os dias, nos dispomos a aceitar a pessoa amada como ela é. Juntos, somos fortalecidos, nos ajudando mutuamente nos nossos defeitos. Já no amor romântico, idealizamos a pessoa amada e projetamos nela tudo que gostaríamos de ser ou como gostaríamos que ela fosse. Não nos relacionamos com a pessoa real, mas com a inventada. É claro que, na intimidade da convivência do dia-a-dia, para manter a idealização a conseqüência natural é o desencanto. É por isso que se faz tanta música de dor de amor. E, para completar, todo mundo adora. 

Para mim, o verdadeiro amor continua sendo simples de conseguir, e está bem registrado no livro de Coríntios, muito antes disso tudo vir a tona:

O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece.

Não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal;

Não folga com a injustiça, mas folga com a verdade;

Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.

O amor nunca falha; mas havendo profecias, serão aniquiladas; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, desaparecerá;

Porque, em parte, conhecemos, e em parte profetizamos;

Mas, quando vier o que é perfeito, então o que o é em parte será aniquilado.

Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, discorria como menino, mas, logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino.

Porque agora vemos por espelho em enigma, mas então veremos face a face; agora conheço em parte, mas então conhecerei como também sou conhecido.

Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três, mas o maior destes é o amor.

Descer com a sobrinha, a desculpa perfeita para tirar uma casquinha…

Descer com a sobrinha, a desculpa perfeita para tirar uma casquinha…

awholeorchestra:

ROSS:  And then she said it was the perfect way to say goodbye. 

JOEY:  Oh my God.  What did you say?

ROSS:  Nothing.  What do you say to that?

PHOEBE:  Ross, you’ve got to tell her how you feel.

ROSS:  No way. 

JOEY:  You can’t just give up.  Is that what a dinosaur would do?

BOOK TRAILER DO LIVRO: ENTRE A MENTE E O CORAÇÃO

BOOK TRAILER DO LIVRO: A BANDEJA, QUAL PECADO TE SEDUZ?